terça-feira, 28 de junho de 2016

Vem ver-me. Só porque sim. Só porque nada tens para fazer. Vem ver-me: a qualquer hora, em qualquer dia, mas vem sozinho. Vem despegado de qualquer passado, juízo, expectativa. Gosto tanto de te abrir a porta. Juro, se pudesse, tinha uma porta só para ti, para a poder abrir e fechar quantas vezes quisesse e ver-te sempre que desejasse ou não, para que a fechasse para sempre. Tanto pó...

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