Tão puro e simples como o ferro. Hilariante. Risível. Jocoso. Que faço eu com este amor que se acendeu para que nunca morresse? De que serve dizer que te amo se não és tu que amo quando só te amo a ti? Essa curta-metragem onde a minha mão tímida e fria encontra segurança na tua enquanto toda a minha concentração se vira para essa percussão que te faz manter vivo e vivo nasce e cresce em mim um querer como não há, de te querer meu somente até o brilho perdidamente enfeitiçado do meu olhar não mais contemplar o destino, não mais se despediu de mim. E todo esse desejo empolgante de saber do teu beijo a cada esquina que dobro... A culpa é toda tua.
As pure and simple as iron. Hilarious. Laughable. Jocular. What do I do with this love that was kindled so that never dies? Of what serves to say I love you if it's not you who I love when I only love you? This short film where my timid and cold hand finds security in your's while all my concentration turns to that percussion that makes you stay alive and alive borns and grows in me a desire as there is no, of want you for myself solely until the madly enchanted brightness of my eyes no longer contemplate the destiny, no more said goodbye to me. And all this exciting desire to know of your kiss on every corner I turn... The fault is all yours.